The high price of the basics [EN/PT]

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[EN]

The cost of living where I live is high. And it’s not because I lead a luxurious life full of extravagances. On the contrary, my routine is simple, without major excesses, yet every month, the bills arrive as a reminder that living—not just here, but anywhere—is expensive.

My biggest expenses are rent and basic necessities: water, electricity, internet, and groceries. Rent, in particular, is a heavy burden. I live in the southern zone of the city, in a neighborhood close to the central area, and that comes at a price. The amount I pay for a relatively comfortable place to live is high, but at the same time, it guarantees me a convenient location, with easy access to markets, pharmacies, hospitals, and everything I need daily. This makes a difference because it saves time and reduces certain extra expenses I would have if I lived farther away. It’s more expensive because it's a house, but at least I have one less bill at the end of the month: no condo fees.

I’ve thought about moving back to a more distant area. Rent would definitely be cheaper. I could get a bigger place for less money, maybe even an extra room, a larger backyard, and a bit more tranquility (even though I love the vibe of the city center). But then another factor comes into play: transportation.

If I lived farther from the center, I would have to spend more on commuting, both in time and money. Right now, I can handle a lot of things without traveling long distances or spending much on transportation and mobility apps. If I were farther away, every outing would be an extra expense. Generally, when I need to go downtown, I walk. Pilates? A three-minute walk from home. Groceries? Three blocks away, also on foot.

Living in a more distant area may seem financially advantageous at first, but it has its complications. Services like pharmacy and restaurant deliveries may be more limited, public transportation might not be as efficient, and any medical emergency would take longer to reach. In the end, what I would save on rent, I might spend in other areas.

The truth is that the cost of living here directly affects how we live, the choices we make, and the priorities we set. If I could change something to make life a little easier, it would definitely be finding a way to reduce basic utility costs. Electricity here is absurdly expensive. And I can’t cut it out, especially since I work from home. We don’t even have air conditioning, for example, and I try my best to avoid unnecessary energy use. Groceries are another heavy expense. Food prices keep rising, and it feels like no matter how many non-essentials I cut out, the total cost never goes down.

Maybe the solution would be an urban structure that doesn’t force us to choose between paying a lot to live in a well-located area or saving money by living far away and spending more on transportation.

In the end, the issue isn’t just about how much it costs to live in my area but how that cost shapes our daily lives and the decisions we make. Moving to a cheaper place might seem like a solution at first, but it doesn’t always solve the problem. It could even make things worse. The ideal scenario is to find a balance where the cost of living is fairer and allows us to live with quality without having to give up essential things.


All the content, pics and editions are of my authorship.
Written in PT-BR. Translated to EN-US using ChatGPT.
Cover: created by Canva.


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[PT]

O custo de vida onde moro é alto. E isso não é porque levo uma vida luxuosa ou cheia de extravagâncias. Pelo contrário, tenho uma rotina simples, sem grandes excessos, mas ainda assim, todo mês, as contas chegam como um lembrete de que viver - e não apenas aqui - custa caro.

Meus maiores gastos são com aluguel e as necessidades básicas: água, luz, internet e mercado. O aluguel, então, pesa demais. Moro na zona sul da cidade, em um bairro próximo à região central, e isso tem um preço. O valor que pago por um espaço relativamente confortável para viver é alto, mas, ao mesmo tempo, me garante uma localização conveniente, com acesso fácil a mercados, farmácias, hospitais e tudo o que preciso no dia a dia. Isso faz diferença, porque economiza tempo e reduz certos tipos de gastos extras que eu teria se morasse mais longe. É mais caro por ser casa, mas tenho uma conta a menos no fim: o condomínio.

Já pensei em me mudar de volta para uma região mais afastada. O aluguel, com certeza, seria mais barato. Poderia conseguir um lugar até maior pagando menos, talvez até com um quarto a mais, um quintal maior e um pouco mais de tranquilidade (apesar de adorar a vibe do centro). Mas aí entra outro fator: o transporte.

Se eu estivesse mais distante do centro, precisaria gastar mais com deslocamento, tanto em tempo quanto em dinheiro. Hoje, consigo resolver muitas coisas sem precisar andar grandes distâncias ou gastar tanto com transporte e aplicativos de mobilidade. Se eu estivesse mais longe, cada saída seria um gasto extra. No geral, quando preciso ir ao centro, vou a pé. Para o pilates? A pé, três minutos de casa. Mercado? A pé, três quarteirões de distância.

Morar em uma área mais afastada pode parecer financeiramente vantajoso à primeira vista, mas tem as complicações. Serviços como entrega de farmácias e restaurantes podem ser mais limitados, o transporte público pode não ser tão eficiente, e qualquer emergência médica exigiria mais tempo de deslocamento. No fim das contas, o que eu economizaria no aluguel, talvez gastaria em outras áreas.

A verdade é que o custo de vida aqui afeta diretamente a forma como vivemos, as escolhas que fazemos e as prioridades que estabelecemos. Se pudesse mudar algo para tornar a vida um pouco mais fácil, com certeza seria encontrar uma forma de reduzir o custo das contas básicas. A energia aqui tem valor absurdo. E não tenho como abrir mão, principalmente trabalhando de casa. Já não temos ar condicionado, por exemplo, e evito ao máximo gastar energia desnecessária. O mercado também pesa muito. O preço dos alimentos sobe constantemente, e a sensação é de que, mesmo cortando supérfluos, o valor total nunca diminui.

Talvez a solução fosse uma estrutura urbana que não nos forçasse a escolher entre pagar caro para estar bem localizados ou economizar morando longe e gastando mais com transporte.

No fim das contas, a questão não é só sobre o quanto custa viver aqui na região onde eu moro, mas sobre como esse custo molda o nosso cotidiano a e as decisões que a gente toma. Mudar para um lugar mais barato pode parecer uma solução a princípio, mas nem sempre resolve o problema. Poderia, até mesmo, piorar o problema. O ideal é a gente tentar um equilíbrio, onde o custo de vida seja mais justo e permita viver com qualidade sem precisar abrir mão de coisas essenciais.


Todo o conteúdo, imagens e edições são de minha autoria.
Escrito em PT-BR. Traduzido para EN-US usando o ChatGPT.
Capa: criada com Canva.

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9 comments
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Sobre a energia, é mesmo muito caro e eu aprendi isso na loucura... comprei um ar condicionado (ebaaa) e nesse calorão de fevereiro esqueci ligado dois dias que fui trabalhar. A conta de energia simplesmente dobrou. Cara... que foda... pobre não tem um dia de sussego. Agora é ficar sem usar até dar o giro nas contas.

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Verdade! Passo na pele por isso, pois moro em cidade pequena. Tudo é mais limitado serviços como entregas de comida ou farmacia é bem mais caro do que em cidades grandes ou centros comerciais. Em fim, morar em locais mais distante tem o custo de moradia que é mais barato, mas se a pessoa trabalha distante com o trabalho pode acabar gastando bem mais com deslocamento.

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