Too much to handle?

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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I really like technology. I always have, to be honest. However, I started to appreciate this type of work more, in a more substantial way, after I wanted to start understanding how things worked within the planning and construction process. In the past, I even considered the possibility of working in the software development market, but in the end... That wasn't a decision that matured in my mind for very long.

The path was being destroyed due to the information I was collecting along the way. There was always someone complaining too much about the profession (family members, friends, neighbors who were already working in the area... just to mention the range of examples that were close to me at that time), and even though things are quite different now (with a more promising future on several levels, so to speak), the chaos within this segment seems to be worse.

The idea of writing this text came after I watched (on a national news program) a report talking about the most recent job opportunities in this segment, and how difficult it is for large (and even medium and small) companies to find experienced or even just qualified labor to handle a type of work that is only expected to grow in the coming years. What's wrong here?

According to the data shown, the number of available jobs in information technology (in its various branches) is, at least currently, more than double the number of people with higher education in this segment. The remaining vacancies are left adrift, just waiting for a group of professionals that never seems to arrive. Researching this a little more, I found some answers.

At the top of the list of complaints are three specific points that arouse disinterest (or even cause total detachment) among professionals who want to work in this area (or who, in fact, already work in it): a very extensive work schedule, high demand for functions (which often are not restricted only to the workplace), and a salary that is already outdated from the start. This is a Brazilian reality, and if it continues like this, not much will change.


¿Demasiado para asimilar?

Me encanta la tecnología. Siempre me ha gustado, para ser sincero. Sin embargo, empecé a valorar este tipo de trabajo de forma más profunda y sustancial cuando quise comprender cómo funcionaban las cosas dentro del proceso de planificación y construcción. En el pasado, incluso consideré la posibilidad de trabajar en el mercado del desarrollo de software, pero al final... no fue una decisión que me convenciera por mucho tiempo.

El camino se estaba volviendo truncado debido a la información que iba recopilando. Siempre había alguien quejándose demasiado de la profesión (familiares, amigos, vecinos que ya trabajaban en el sector... por mencionar solo algunos ejemplos cercanos a mí en aquel entonces), y aunque las cosas son bastante diferentes ahora (con un futuro más prometedor en varios aspectos, por así decirlo), el caos en este sector parece ser peor.

La idea de escribir este texto surgió después de ver (en un noticiero nacional) un reportaje sobre las últimas oportunidades laborales en este sector y la dificultad que tienen las grandes (e incluso las medianas y pequeñas) empresas para encontrar personal con experiencia o simplemente cualificado para un tipo de trabajo que se prevé que siga creciendo en los próximos años. ¿Qué está fallando?

Según los datos mostrados, el número de puestos de trabajo disponibles en tecnología de la información (en sus diversas ramas) es, al menos actualmente, más del doble del número de personas con estudios superiores en este sector. Las vacantes restantes quedan sin cubrir, a la espera de un grupo de profesionales que parece no llegar nunca. Investigando un poco más, encontré algunas respuestas.

Encabezando la lista de quejas se encuentran tres puntos específicos que generan desinterés (o incluso un rechazo total) entre los profesionales que desean trabajar en este sector (o que, de hecho, ya trabajan en él): una jornada laboral muy extensa, una alta exigencia de funciones (que a menudo no se limitan al ámbito laboral) y un salario que ya está desfasado desde el principio. Esta es la realidad brasileña, y si continúa así, poco cambiará.


Demais para lidar?

Eu gosto bastante tecnologia. Sempre gostei, para ser bem honesto. No entanto, comecei a apreciar mais esse tipo de trabalho, de uma maneira mais substancial, depois que eu quis começar a entender como as coisas funcionavam dentro do processo de planejamento e construção. No passado, até considerei uma possibilidade de trabalhar no mercado de desenvolvimento de softwares, mas no final... Essa não foi uma decisão que amadureceu tanto tempo na minha mente.

O caminho foi sendo destruído devido as informações que eu fui coletando ao longo do caminho. Sempre havia alguém reclamando demais sobre a profissão (familiares, amigos, vizinhos que já atuavam na área... apenas para mencionar a gama de exemplos que estava próximo a mim naquela época), e mesmo que atualmente as coisas sejam bem diferentes (com um futuro mais promissor em diversas camadas, por assim dizer), o caos dentro desse segmento parece ser pior.

A ideia de escrever esse texto veio justamente depois de eu ter assistido (em um telejornal nacional) uma reportagem falando sobre as mais recentes oportunidades de trabalho dentro desse segmento, e o quanto está sendo difícil para as grandes (e até mesmo as médias e pequenas) empresas conseguirem mão de obra experiente ou até mesmo apenas qualificada para lidar com um tipo de trabalho que só tende a crescer nos próximos anos. O que há de errado por aqui?

De acordo com os dados exibidos, a quantidade de vagas disponíveis para trabalhar com tecnologia de informação (nos seus mais diversos ramos) é, ao menos atualmente, mais do que o dobro em relação a quantidade de pessoas que tem formação superior dentro desse segmento. A quantidade de vagas que sobram fica à deriva, apenas esperando por um grupo de profissionais que parece nunca chegar. Pesquisando um pouco mais sobre isso, encontrei algumas respostas.

No topo da lista de reclamações, há três pontos específicos que despertam o desinteresse (ou até mesmo causam total afastamento) dos profissionais que querem trabalhar nessa área (ou que de fato, já trabalham nela): uma jornada de trabalho muito extensiva, alta demanda de funções (que muitas vezes não ficam restritas apenas ao local de trabalho) e um salário que já começa defasado. Essa é uma realidade brasileira, e se continuar assim, não vai mudar muita coisa.

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Since there are vacancies available but there are not enough professionals with the right skills to fill them.

Then I think companies should invest in training skilled workers to prepare them for the type of jobs that are expected to grow in the near future.

Professionals who wants to or are already working in this areas should have a fair compensation and a good working plans.

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By what I understand here, it's like Brazil is in comparison with Nigeria where almost everything is very hard to achieve. Therefore people are extremely suffering.... oooooh.!

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