The same advice for the same mistakes.

Today, on the morning television news, I was watching a report talking about the financial difficulties that the traditional economy "imposes" on Brazilians. Here, the month of January is marked by expenses related to the most varied types of taxes and other obligations. Some of the most common are IPTU (which is a municipal tax related to properties or land in urban areas), IPVA (which is a tax related to automobiles and other motor vehicles), and expenses related to education, and debts that have already been incurred in the past. In general, of course there are particularities, but still, January is a popular month within this perspective.
The historical overview presented in the report was particularly interesting because one of the economists pointed out something I had already noticed a long time ago: the same advice is given for the same mistakes. Basically, many people end up defaulting (or actually indebted) precisely because of unnecessary expenses or even impulsive spending. I know there are different layers to be analyzed here (some of them psychological and behavioral, in fact), but the point is that the same advice is valid for anyone who finds themselves in the same situation. In the end, the balance can't tip towards the red side.

Avoiding reckless spending, creating a financial plan, setting goals, seeking a better understanding of your own needs (daily, weekly, monthly, or even annually), understanding the world of investments (in a more in-depth way to avoid the easy path: betting on the traditional economy as a kind of "escape valve" that ends up trapping everyone in banks, for example)... In short, all of this is already part of the set of advice given by economists worldwide. So why do people continue to make the same mistakes when it comes to spending money or how to be more financially literate?
I know this isn't a reality unique to Brazil, but I'm writing this text based on the reality of my country. Here, the culture of "I spend first, but think about how I'll pay later" still exists, and this is still quite strong (especially among the less financially privileged) because, among other things, it doesn't generate as heavy a punishment (in the eyes of the law) as it should. Once again, I know there are different reasons why people get into a snowball effect of debt... But they still haven't realized how many taxes and problems they accumulate over time. The traditional economy needs to be reshaped (and quickly).
Hoy, en el noticiero matutino, vi un reportaje sobre las dificultades financieras que la economía tradicional “impone” a los brasileños. En enero, el mes está marcado por gastos relacionados con los más diversos impuestos y otras obligaciones. Algunos de los más comunes son el IPTU (impuesto municipal sobre propiedades o terrenos en zonas urbanas), el IPVA (impuesto sobre automóviles y otros vehículos motorizados), los gastos de educación y las deudas contraídas en el pasado. En general, claro que hay particularidades, pero aun así, enero es un mes popular desde esta perspectiva.
El panorama histórico presentado en el informe fue particularmente interesante porque uno de los economistas señaló algo que ya había notado hace tiempo: se dan los mismos consejos para los mismos errores. En esencia, muchas personas terminan incumpliendo sus obligaciones (o incluso endeudándose) precisamente por gastos innecesarios o incluso impulsivos. Sé que hay diferentes aspectos que analizar (algunos psicológicos y conductuales, de hecho), pero la cuestión es que el mismo consejo es válido para cualquiera que se encuentre en la misma situación. Al final, la balanza no puede inclinarse hacia números rojos.
Evitar gastos imprudentes, crear un plan financiero, establecer metas, comprender mejor las propias necesidades (diarias, semanales, mensuales o incluso anuales), comprender el mundo de las inversiones (de forma más profunda para evitar el camino fácil: apostar por la economía tradicional como una especie de "válvula de escape" que acaba atrapando a todos en los bancos, por ejemplo)... En resumen, todo esto ya forma parte del conjunto de consejos de economistas de todo el mundo. Entonces, ¿por qué la gente sigue cometiendo los mismos errores a la hora de gastar dinero o de ser más culta financieramente?
Sé que esta no es una realidad exclusiva de Brasil, pero escribo este texto basándome en la realidad de mi país. Aquí, la cultura de "gasto primero, pero pienso en cómo pagaré después" aún existe, y es bastante fuerte (sobre todo entre los menos privilegiados económicamente) porque, entre otras cosas, no genera un castigo tan severo (a ojos de la ley) como debería. Repito, sé que hay diferentes razones por las que las personas caen en un efecto dominó de deudas... Pero aún no se han dado cuenta de cuántos impuestos y problemas acumulan con el tiempo. La economía tradicional necesita una remodelación (y rápido).
Hoje, no jornal de televisão matinal, eu estava assistindo a uma reportagem falando sobre as dificuldades financeiras que a economia tradicional “impõe” aos brasileiros. Por aqui, o mês de janeiro é marcado por gastos relacionados aos mais diferentes tipos de impostos e outras obrigações. Alguns dos mais comuns são o IPTU (que é um imposto de força municipal relacionado a imóveis ou terrenos em áreas urbanas), IPVA (que é um imposto relacionado aos automóveis e demais veículos automotores) e gastos relacionados com educação, e as dívidas que já foram contraídas no passado. De um modo geral, é claro que existem particularidades, mas ainda sim, janeiro é um mês popular dentro dessa visão.
O retrospecto feito na reportagem foi particularmente interessante, porque um dos economistas apontou para o que eu já havia percebido há muito tempo: os mesmos conselhos são dados para os mesmos erros. Basicamente, há muitas pessoas que acabam se tornando inadimplentes (ou realmente endividadas) justamente por gastos desnecessários ou até mesmo pelos gastos impulsivos. Eu sei que existem camadas diferentes a serem analisadas aqui (algumas delas, de aspecto psicológico e comportamental, aliás), mas a questão é os mesmos conselhos são válidos para toda e qualquer pessoa que se encontra nesse mesmo tipo de situação. No final das contas, a balança não pode pesar para o vermelho.
Evitar gastos aleatórios, fazer planejamento financeiro, definir metas, procurar ter uma melhor compreensão sobre as suas próprias necessidades (diárias, semanas, mensais ou até anuais), entender sobre o mundo dos investimentos (de uma maneira mais aprofundada para conseguir evitar o caminho mais fácil: apostas na economia tradicional como um tipo de “válvula de escape” que acaba prendendo todas as pessoas aos bancos, por exemplo)... Enfim, tudo isso já faz parte do conjunto de conselhos que são dados pelos economistas mundo à fora. Então, porque as pessoas continuam cometendo os mesmos erros quando falamos sobre gastar dinheiro ou sobre como ser financeiramente mais educado?
Eu sei que essa não é uma realidade apenas no Brasil, mas estou escrevendo esse texto de acordo com a realidade do meu país. Por aqui, ainda existe a cultura do “eu gasto primeiro, mas penso como vou pagar depois” e isso ainda é bem forte (principalmente na classe menos favorecida, financeiramente falando) porque, inclusive, não é algo que gera uma punição (aos olhos da lei) tão pesada quanto deveria ser. Uma vez mais, eu sei que existem diferentes razões para que as pessoas entrem numa bola de neve de endividamento... Mas elas ainda não se deram conta de quantos impostos e quantos problemas elas vão acumulando ao longo do tempo. A economia tradicional precisa ser remodelada (e rápido).
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Many people claim to pursue goals, projects, and plans that lead them to make good financial decisions, but in most cases there seems to be a pattern that many end up following. The advice may be very clear and obvious, but if it is not applied, it is unlikely to yield the results that many of us crave.
I've never liked getting into debt, I avoid it. I always try to get out of debt and be at peace, but you're right, many people forget it.
We must put the main thing first
Same things same problem are being handled by many countries with their people. I think better to make over spending as a crime so to avoid having financial difficulties. Not just for citizens, even for government.
It really is a bad habit that you spend more than you earn.