The mess we all (eventually) make.

In the pursuit of an unattainable "perfection," we continue down paths that, while not leading us to that goal, tend to satisfy our own expectations. This is a daily exercise for millions of people, but with different rotations, routes, speeds, and finish lines. In the midst of this frantic race, and proving - or at least trying - o ourselves that we can go further... we leave a somewhat "messy" trail.
The mistakes we make in pursuit of this goal dictate the pace of our growth, because many of the choices we make are directly responsible for what we will ultimately achieve, and also for who we will all become. An improved or worsened version? We don't know for sure. Therefore, it is necessary to deal with the messes we make to try to understand the extent of the damage (which may be limited, or more widespread).
Mess doesn't have a set day or time to happen; everything simply happens as we define what becomes essential for ourselves (even if the priorities are as wrong as possible). The way we move forward in this intimate and personal adventure is responsible for shaping our results, and even if everything is naturally skillfully planned, unforeseen events always end up finding a way to find us.
In the end, the messes that we all eventually made, make, or will make in the pursuit of what we want (or who we want to become) are part of our continuous maturation process, with many more versions than we can project. The ups and downs are part of this whole process, which essentially, “feeds" on our mistakes to present us with new opportunities to be explored with more skills.
The act of building and deconstructing ourselves is never an easy task, but making mistakes is part of the "game", because within the conception of what is right and wrong, what works and what needs to be avoided, our messes become less quantitative and more qualitative. There is no recipe for making this happen; it's simply a matter of continuing to make mistakes, getting things right, and seeing what can be interpreted as beneficial on both sides. We always define these rules.
En la búsqueda de una "perfección" inalcanzable, seguimos caminos que, si bien no nos llevan a esa meta, tienden a satisfacer nuestras propias expectativas. Este es un ejercicio diario para millones de personas, pero con diferentes variaciones, rutas, ritmos y metas. En medio de esta carrera frenética, y al intentar demostrarnos - o al menos intentarlo - que podemos llegar más lejos, dejamos una huella, en cierto modo, desordenada.
Los errores que cometemos en la búsqueda de esta meta determinan el ritmo de nuestro crecimiento, porque muchas de las decisiones que tomamos son directamente responsables de lo que finalmente lograremos y también de en quiénes nos convertiremos. ¿Una versión mejorada o empeorada? No lo sabemos con certeza. Por lo tanto, es necesario lidiar con los errores que cometemos para intentar comprender el alcance del daño (que puede ser limitado, o más generalizado).
El caos no tiene un día ni una hora fijos; todo sucede simplemente a medida que definimos lo que se vuelve esencial para nosotros (incluso si las prioridades están completamente equivocadas). La forma en que avanzamos en esta aventura íntima y personal determina nuestros resultados, e incluso si todo está planificado con habilidad, los imprevistos siempre encuentran la manera de alcanzarnos.
Por fim, los errores que todos hemos cometido, cometemos o cometeremos en la búsqueda de lo que queremos (o de quienes queremos ser) forman parte de nuestro proceso continuo de maduración, con muchas más versiones de las que podemos imaginar. Los altibajos son parte de todo este proceso, que, en esencia, se “nutre” de nuestros errores para presentarnos nuevas oportunidades que explorar con mayor destreza.
El acto de construirnos y deconstruirnos a nosotros mismos nunca es tarea fácil, pero cometer errores es parte del proceso, porque dentro de la concepción de lo que está bien y lo que está mal, lo que funciona y lo que debe evitarse, nuestros errores se vuelven menos cuantitativos y más cualitativos. No existe una fórmula mágica para lograrlo; simplemente se trata de seguir cometiendo errores, acertando y discerniendo qué puede resultar beneficioso para ambas partes. Siempre definimos estas reglas.
Na busca por uma “perfeição” inalcançável, nós seguimos trilhando caminhos que, apesar de não nos levarem até esse objetivo, tendem a satisfazer as nossas próprias expectativas. Esse é um exercício diário para milhões de pessoas, mas com diferentes rotações, percursos, velocidades e linhas de chegadas. No meio dessa corrida desenfreada, e provando - ou ao menos tentando - para nós mesmos que podemos ir mais longe... Vamos deixando um rastro meio “bagunçado”.
Os erros que vamos cometendo em detrimento desse objetivo ditam o ritmo do nosso crescimento, porque muitas das escolhas que fazemos são diretamente responsáveis pelo que vamos finalmente conseguir, e também, por quem todos nós iremos nos tornar. Uma versão melhorada ou piorada? Não sabemos ao certo. Sendo assim, é preciso lidar com as bagunças que vamos fazendo para tentar entender as extensões dos danos (que podem ser restritos, ou mais amplos).
A bagunça não tem dia e nem hora para acontecer; tudo simplesmente acontece à medida em que vamos definindo o que se torna essencial para nós mesmos (ainda que as prioridades sejam as mais erradas possíveis). O modo como nós vamos avançando dentro dessa aventura íntima e pessoal é responsável por moldar os nossos resultados, e ainda que tudo seja naturalmente habilmente planejado, os imprevistos sempre acabam encontrando um jeito de nos encontrar.
No final de tudo, as bagunças que todos nós eventualmente fizemos, fazemos ou ainda iremos fazer, na busca pelo que queremos (ou por quem nós queremos nos tornar) fazem parte do nosso processo de amadurecimento contínuo, com muito mais versões do que nós podemos projetar. Os altos e baixos fazem parte de todo processo, que essencialmente, se “alimentam” dos nossos erros para nos apresentar novas oportunidades de serem exploradas com mais habilidades.
Os atos de nos construirmos e desconstruirmos nunca é uma tarefa fácil, mas errar faz parte do “jogo”, porque dentro da concepção do que é certo e errado, do que funciona e do que precisa ser evitado, que as nossas bagunças se tornam menos quantitativas, e mais qualitativas. Não existe uma receita para fazer isso acontecer; basta apenas seguir errando, acertando e vendo o que pode ser interpretado como benéfico em ambos os lados. Nós sempre definimos essas regras.
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