Jessie Ware, with a western twist.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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While her next studio album (titled Superbloom) is still a ways off (something that will only happen on April 10th, at least that's the confirmed official release date at this moment), Jessie Ware releases another single: ”Ride”. Although the British artist stays within the essence of the already known - and appreciated - dance-pop and electro-pop rhythm, this time she delivered something a little "out of the box" to listeners... Another assertive point in her new phase.

By making a very efficient mix of 80s atmosphere (which is always used as a reference to create new musical tones in the modern music industry, which only proves the efficiency of this decade in the music scene) with some powerful synthesizers, Ware does an excellent job of harmonic interpolation, and bringing something that can be imagined as a fusion of the Wild West (inspired by Ennio Morricone's classic soundtrack), the song is assertive.

Supporting her new work based on the eurodance scene, one of the things I appreciate most about her work (of undeniable quality, by the way) is how well she manages to structure (and outline) the projects she is completely immersed in. This time she delved into the more "bubblegum" pop (and I would have preferred to hear less of that in the music), but that doesn't make the work any less interesting... On the contrary, it's attractive and quite fun.

Technically, this is one of those songs that from the first moment you listen to it... You get the clear impression that it is a carefully thought-out, strategically well-executed and quite expensive work (due to the musical refinement that the technical part requires to polish this product). Ware's captivating voice is the "cherry on top", making us dive into an "alternative reality" where the important thing is just to have fun.


Jessie Ware, con un toque western.

Aunque su próximo álbum de estudio (titulado Superbloom) aún está lejos (algo que ocurrirá el 10 de abril, al menos esa es la fecha oficial confirmada por el momento), Jessie Ware lanza otro sencillo: ”Ride”. Si bien la artista británica se mantiene dentro de la esencia del ya conocido - y apreciado - ritmo dance-pop y electro-pop, esta vez ofreció algo un poco fuera de lo común... Otro punto fuerte en su nueva etapa.

Al crear una mezcla muy eficiente de atmósfera ochentera (que siempre se usa como referencia para crear nuevos tonos musicales en la industria musical moderna, lo que demuestra la eficacia de esta década en la escena musical) con potentes sintetizadores, Ware realiza un excelente trabajo de interpolación armónica, aportando algo que podría considerarse una fusión del Salvaje Oeste (inspirada en la banda sonora clásica de Ennio Morricone), la canción es contundente.

Al apoyar su nuevo trabajo, basado en la escena eurodance, una de las cosas que más valoro de su obra (de innegable calidad, por cierto) es lo bien que logra estructurar (y esquematizar) los proyectos en los que está completamente inmersa. Esta vez se adentró en el pop más “chicle” (y hubiera preferido escuchar menos de eso en la música), pero eso no le resta interés... Al contrario, es atractiva y bastante divertida.

Técnicamente, esta es una de esas canciones que, desde el primer momento en que la escuchas... Tienes la clara impresión de que se trata de una obra cuidadosamente pensada, estratégicamente bien ejecutada y bastante costosa (debido al refinamiento musical que requiere la parte técnica para pulir este producto). La cautivadora voz de Ware es la “guinda” del pastel, adentrándonos en una "realidad alternativa" donde lo importante es simplemente divertirse.


Jessie Ware, com um toque western.

Enquanto o seu próximo álbum em estúdio (intitulado Superbloom) não chega (algo que só vai acontecer no dia 10 de abril, ao menos até este momento essa é a data confirmada do lançamento oficial), Jessie Ware lança mais um single: ”Ride”. Apesar da britânica se manter dentro da essência do já conhecido - e apreciado - ritmo do dance-pop e electro-pop, dessa vez, ela entregou aos ouvintes algo um pouco “fora da caixa”... Um outro ponto assertivo em sua nova fase.

Fazendo uma mistura muito eficiente de atmosfera dos anos 80 (que sempre é usada como referência para criar novos tons musicais na indústria da música moderna, o que só prova a eficiência dessa década no cenário musical) com alguns sintetizadores potentes, Ware faz um trabalho de interpolação harmônica de excelente qualidade, e trazendo algo que pode ser imaginado como uma fusão do faroeste (inspirado na trilha clássica de Ennio Morricone), a música é assertiva.

Apoiando o seu novo trabalho na base do cenário eurodance, uma das coisas que eu mais aprecio no trabalho dela (de qualidade incontestável, aliás) é o modo como ela consegue estruturar (e delinear) tão bem os projetos nos quais ela está completamente imersa. Dessa vez ela mergulhou no pop mais “chiclete” (e eu preferia ter ouvido menos disso na música), mas isso não torna o trabalho em algo menos desinteressante... Pelo contrário, é algo atrativo e bem divertido.

Tecnicamente, essa é uma daquelas músicas que desde o primeiro momento em que você a escuta... Você tem a nítida impressão de que se trata de um trabalho cautelosamente bem pensado, estrategicamente bem executado e bastante caro (devido ao refinamento musical que a parte técnica exige para lapidar esse produto). A voz envolvente da Ware é a “cereja” do bolo, nos fazendo mergulhar numa “realidade alternativa” onde o importante é apenas procurar diversão.

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