Facing the facts.
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Music is life. This is a type of art that is usually very accessible to (almost) all people around the world, from (almost) all social classes and with the most different types of thoughts. Music is a democratic art, and no one can deny that. However, just like any other type of market, it also faces its own “ghosts”. So, that's what I intend to write about in this text: the difficulties faced within this market.
Perhaps the best known (and perhaps feared) of these ghosts continues to be the issue involving copyright protection as its main fuel. In a world that is practically globalized to its geographic extent, having access to the most diverse types of sounds is no longer as difficult as before, and therefore, this type of problem becomes something tense because it becomes something difficult to control (even with the help of technology).
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Then the next problem is driven by the previous problem: piracy. Fighting this practice is almost like having to “wipe” ice, because the proliferation of this type of material is something that spreads quickly like a virus. However, even record companies continue to struggle with this. They usually achieve small victories, but the entire “source” is never completely destroyed. Personally speaking, I think this is the type of problem that will not go away.
Valuing those who are part of your niche is another obvious problem. It's not that difficult to find musicians with incredible talents who are unknown and completely ignored, and even well-known musicians who generally tend to be forgotten as soon as they no longer become profitable “products” (in this case, contract negotiations tend to no longer happen as they used to, and not at such high prices). The market needs to value those who feed it.
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Last but not least, the most urgent problem considering all the technological advances: the presence of artificial intelligence within this phonographic universe. A real revolution is happening, bringing an avalanche of consequences that we still need to learn to deal with (this involves voice falsification, connection and regulation with streaming services, as well as more legal disputes). A storm that must be intense.
I could go much further when writing about this topic, but I believe that all the problems I have already mentioned in the previous paragraphs are enough to illustrate my point of view: even after decades of existence, the musical universe still has chronic problems that have not yet been resolved (they have just changed form, within a contextualization that can show false stability within a wild market).
La música es vida. Este es un tipo de arte que suele ser muy accesible a (casi) todas las personas en todo el mundo, de (casi) todas las clases sociales y con los más diversos tipos de pensamientos. La música es un arte democrático y nadie puede negarlo. Sin embargo, como cualquier otro tipo de mercado, también se enfrenta a sus propios “fantasmas”. Entonces, eso es sobre lo que pretendo escribir en este texto: las dificultades que enfrenta este mercado.
Quizás el más conocido (y quizá temido) de estos fantasmas siga siendo el de la protección de los derechos de autor como principal combustible. En un mundo prácticamente globalizado en su extensión geográfica, tener acceso a los más diversos tipos de sonidos ya no es tan difícil como antes, y por tanto, este tipo de problemas se convierte en algo tenso porque se convierte en algo difícil de controlar (incluso con ayuda de la tecnología).
Entonces el siguiente problema está impulsado por el problema anterior: la piratería. Combatir esta práctica es casi como tener que “limpiar” hielo, porque la proliferación de este tipo de material es algo que se propaga rápidamente como un virus. Sin embargo, incluso las discográficas siguen teniendo problemas con esto. Por lo general, logran pequeñas victorias, pero nunca se destruye por completo la “fuente” completa. Personalmente creo que este es el tipo de problema que no desaparecerá.
Valorar a quienes forman parte de tu nicho es otro problema evidente. No es tan difícil encontrar músicos con talentos increíbles, desconocidos y completamente ignorados, e incluso músicos conocidos que generalmente tienden a ser olvidados en cuanto dejan de convertirse en “productos” rentables (en este caso, las negociaciones de contratos ya no suelen realizarse como antes y no a precios tan altos). El mercado necesita valorar a quienes lo alimentan.
Por último, pero no menos importante, el problema más urgente considerando todos los avances tecnológicos: la presencia de inteligencia artificial dentro de este universo fonográfico. Se está produciendo una auténtica revolución que trae consigo una avalancha de consecuencias que aún debemos aprender a afrontar (esto incluye falsificación de voz, conexión y regulación con los servicios de streaming, además de más disputas legales). Una tormenta que debe ser intensa.
Podría ir mucho más lejos al escribir sobre este tema, pero creo que todos los problemas que ya he mencionado en los párrafos anteriores son suficientes para ilustrar mi punto de vista: incluso después de décadas de existencia, el universo musical todavía tiene problemas crónicos que aún no han sido resueltos (simplemente han cambiado de forma, dentro de una contextualización que puede mostrar una falsa estabilidad dentro de un mercado salvaje).
Música é vida. Esse é um tipo de arte costuma ser bastante acessível para (quase) todas as pessoas ao redor do mundo, de (quase) todas as classes sociais e com os mais diferentes tipos de pensamentos. Música é uma arte democrática, e isso ninguém pode negar. No entanto, assim como qualquer outro tipo de mercado, enfrenta também os seus próprios “fantasmas”. Então, é sobre isso que pretendo escrever neste texto: as dificuldades enfrentadas dentro desse mercado.
Talvez o mais conhecido (e talvez temido) desses fantasmas continue sendo a questão envolvendo a proteção que tem os direitos autorais como o principal combustível. Em um mundo que é praticamente globalizado em à sua plenitude geográfica, ter acesso aos mais diversos tipos de sons não é algo mais tão difícil quanto antes, e sendo assim, esse tipo de problema se converte em algo tenso porque se torna algo difícil de ser controlado (mesmo com ajuda da tecnologia).
Em seguida, o próximo problema é puxado pelo problema anterior: pirataria. Lutar contra essa prática é quase como ter que “enxugar” gelo, porque a proliferação desse tipo de material é algo que se espalha rapidamente como um vírus. No entanto, mesmo as gravadoras continuam lutando contra isso. Geralmente elas obtêm pequenas vitórias, mas toda “fonte” nunca é destruída por completo. Particularmente falando eu acho que esse é o tipo de problema não vai acabar.
Valorizar quem faz parte do seu nicho é um outro problema evidente. Não é tão difícil encontrar músicos com talentos incríveis que são desconhecidos totalmente ignorados, e até mesmo músicos já conhecidos que geralmente tendem a ser esquecidos assim que eles não se tornam em “produtos” rentáveis (neste caso, as negociações de contratos tendem a não acontecer mais como antes, e nem com valores tão altos). O mercado precisa valorizar aqueles que o alimentam.
Por último, mas não menos importante, o problema mais urgente considerando todo o avanço tecnológico: a presença da inteligência artificial dentro desse universo fonográfico. Uma verdadeira revolução está acontecendo, trazendo uma avalanche de consequências com as quais ainda é preciso aprender a lidar (isso envolve falsificações de vozes, conexão e regulamentação com serviços de streaming, além de mais disputas judiciais). Uma tempestade que deve ser intensa.
Eu ainda poderia ir muito mais longe ao escrever sobre esse tema, mas eu acredito que todos os problemas que eu já mencionei nos parágrafos anteriores já são o suficiente para ilustrar o meu ponto de vista: mesmo depois de décadas de existência, o universo musical ainda tem problemas crônicos que ainda não foram resolvidos (eles apenas mudaram de forma, dentro de uma contextualização que pode mostrar uma falsa estabilidade dentro de um mercado selvagem).
Posted Using INLEO
Obrigado por promover a comunidade Hive-BR em suas postagens.
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I couldn’t have agreed more, the market sure needs to value people who feed it. The high time they understood that the better for them.
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