Birthing dilemmas [EN/PT]
Talking about surrogacy is a complex topic that involves various legal, emotional and even ethical aspects. We know that in some parts of the world this practice is even common, while in others it is illegal. In addition, there is an even greater emotional complexity.
Bearing a child for other parents to care for as if they were their own is something that goes beyond my comprehension. I know that many couples face fertility difficulties, while others see it as a financial opportunity, breaking legal barriers and, in some cases, committing crimes. What's more, surrogacy can, in a way, encourage human trafficking. I believe there is a fine line between actually bearing a child for people who can't have children and practices that are close to human trafficking.
I don't take kindly to this practice. A couple who can't have biological children can opt for adoption, and we know that there are many orphaned children waiting for an opportunity to be happy in a home. I think it's much more ethical to take this route, as it presents fewer risks for both sides. Orphanages are regulated and have processes for analyzing adoption, ensuring that children are taken in by prepared families.
I would never get involved in something like this because, as well as being unethical in my opinion, it could lead to future problems. Imagine that you have a child born using this method and, one day, he finds out how he was born. He might want to know his biological parents, which could cause some discomfort in the relationship. Of course, in adoption there can also be this kind of situation, as adopted children may want to discover their origins, but there is a difference: while adoption happens because of circumstances that prevented the biological parents from raising the child, surrogacy involves an intentional gestation for a third party. The biological parents exist, but they haven't actively participated in the child's emotional development.
It's strange to talk about this, because there are so many possibilities for things to go wrong. Another example would be one of the partners contributing genetically to the fertilization, while the woman acting as a surrogate develops an emotional attachment to the baby. I don't know if there are legal measures to inhibit problems like this, but there are so many delicate issues that, in the end, I'm not sure it would be worth using this method.
I think there are so many more efficient, ethical and legal alternatives nowadays that I don't think this method is the best. Some people may still opt for it with the illusion of having a child with their own DNA or of feeling closer to the child, even without gestating it. However, looking at all the factors, I don't see this in a good light.
If this method continues to be used, regulation is the best way to avoid future problems. With stricter laws, the risks can be minimized. Even so, if it were up to me, I wouldn't go down this road. But each person and each situation is different, and I can't judge the reality and desire of those who simply want to be parents, but it's worth taking a serious look at, after all, lives are at stake.
Credits:
Translated: Deepl
Cover: created by Canva.
[PT]
Falar sobre barriga de aluguel é um tema complexo que envolve vários aspectos legais, emocionais e até mesmo éticos. Sabemos que, em algumas partes do mundo, essa prática é até comum, enquanto em outras é ilegal. Além disso, há uma complexidade ainda maior no aspecto emocional.
Gerar um filho para que outros pais cuidem como se fossem deles é algo que vai além da minha compreensão. Sei que muitos casais enfrentam dificuldades de fertilidade, enquanto outras pessoas veem isso como uma oportunidade financeira, quebrando barreiras legais e, em alguns casos, cometendo crimes. Além disso, a barriga de aluguel pode fomentar, de certa forma, o tráfico humano. Acredito que existe uma linha tênue entre realmente gerar um filho para pessoas que não podem ter filhos e práticas que se aproximam do tráfico de pessoas.
Não vejo essa prática com bons olhos. Um casal que não pode ter filhos biológicos pode optar pela adoção, e sabemos que existem muitas crianças órfãs esperando por uma oportunidade de serem felizes em um lar. Acho muito mais ético tomar esse caminho, pois apresenta menos riscos para ambos os lados. Orfanatos são regulamentados e possuem processos para analisar a adoção, garantindo que as crianças sejam acolhidas por famílias preparadas.
Eu nunca me envolveria em algo do tipo, pois, além de ser algo que, na minha opinião, chega a ser antiético, pode gerar problemas futuros. Imagine que você tenha um filho gerado por esse método e, um dia, ele descubra como nasceu. Ele pode querer conhecer seus pais biológicos, o que poderia gerar certo desconforto na relação. Claro, na adoção também pode haver esse tipo de situação, pois crianças adotadas podem querer descobrir suas origens, mas há uma diferença: enquanto a adoção acontece por circunstâncias que impediram os pais biológicos de criarem a criança, a barriga de aluguel envolve uma gestação intencional para terceiros. Os pais biológicos existem, mas não participaram ativamente do desenvolvimento afetivo da criança.
É estranho falar sobre isso, pois existem muitas possibilidades de que as coisas deem errado. Outro exemplo seria um dos parceiros contribuir geneticamente para a fecundação, enquanto a mulher que atua como barriga de aluguel desenvolve um apego emocional ao bebê. Não sei se existem medidas judiciais para inibir problemas como esse, mas são tantas questões delicadas que, no final, não tenho certeza se valeria a pena utilizar esse método.
Acredito que, atualmente, existem tantas outras alternativas mais eficientes, éticas e legais que não acredito que esse método seja o melhor. Algumas pessoas ainda podem optar por ele com a ilusão de ter um filho com seu próprio DNA ou de se sentirem mais próximas afetivamente da criança, mesmo sem gestá-la. No entanto, analisando todos os fatores, não vejo isso com bons olhos.
Se, de toda forma, esse método continuar sendo utilizado, a regulamentação é o melhor meio para evitar problemas futuros. Com leis mais rígidas, os riscos podem ser minimizados. Ainda assim, se fosse uma decisão minha, eu não optaria por esse caminho. Mas cada pessoa e cada situação são diferentes, e não posso julgar a realidade e o desejo de quem simplesmente quer ser pai ou mãe, mas cabe olhar para isso de uma forma séria, afinal, são vidas que estão em jogo.
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Translated: Deepl
Cover: created by Canva.
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Obrigado por promover a comunidade Hive-BR em suas postagens.
Vamos seguir fortalecendo a Hive
Bzzt, pensando como abelha que voa entre a legalidade e a ética, entendi que a surrogacia é um tema complexo. Acho importante abordar as consequências emocionais e legais envolvidas. Não vejo como uma opção ética para os envolvidos.
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Você levantou um ponto muito importante que eu não tinha pensado e estou chocada com essa realidade.
Eu também nunca tinha pensando numa coisas dessas até escrever sobre isso! Loucura, viu!
I have never though about it and can only imagine how complicated such situation must be specially the ethics of surrogacy, there is so much involve from laws to even how religions might see this process making adoption a way smoother path although complicated too as you are going to trust a life into a couple who have probably never bene parents before, not the same as that same couple having a kid, on top of all the psychological adaptation that goes in both ways, I have two kids and makes me think how complicated it would be if instead was through any of this two methods 🧐 thx for sharing ✌️
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Exactly! I also have a child, and it seems that, for us parents, this has an even greater impact on the way we think. It involves a complexity that, to be honest, I can't imagine myself in a situation where I’d have to make such a decision.
I concurred with you on this
Nice!