Let's talk about surrogacy? [EN-PT-BR]

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Let's talk about surrogacy.

When we think about ​​creating a life, for many people, it is the pinnacle of human achievement. You know, when we grow up dreaming of having that perfect family from the movies? But what about when biology imposes some barriers? If we stop to think about surrogacy, or whether it emerges as a bridge between the desire to be a father or mother and the limitations of the body, like any path that defies convention, it comes with moral, legal, and mainly emotional issues that deserve careful reflection.

Have you ever thought about a couple who dream of having a child, but for health reasons, cannot have a child? Surrogacy emerges as a viable solution because it will allow the baby's genetics to remain linked to the parents while another woman temporarily gives in to carry the baby. For many, the mere existence of this possibility is a gift; for others, this is a nebulous territory.

I think the first question that arises among people is: to what extent is it morally acceptable to rent a uterus? Some argue that this practice turns pregnancy into a service. In contrast, others argue that, when done ethically, especially with full consent and fair compensation, surrogacy is an act of generosity and collaboration with human life, since, after all, it is no different from donating an organ or blood; it is about offering something from one's own body to benefit another life.

There is also a question: Should a woman be allowed to be financially rewarded for carrying a baby that will not be hers? Or could this open the door to the exploitation of women in vulnerable situations?

What about the emotional bond? For nine months, a baby grows inside a body that feels, reacts, and nourishes it. The connection between the pregnant woman and the fetus is not only biological but also psychological. How do you deal with the separation at the time of birth? Many surrogate mothers report that, although they know from the beginning that the baby does not belong to them, saying goodbye is always a delicate moment. The emotional impact is a factor that needs to be taken into account.

It is easy to understand both the gratitude of those who receive this gift and the challenges of those who provide it, in addition to the fact that it is an agreement based on trust, respect, and clarity of the roles involved.

For many, this practice represents the only possibility of forming a family, and to deny this would be to ignore the reality of couples who, for medical or other reasons, cannot conceive. Considering that in a world where technology and medicine are always advancing, seeking to offer more possibilities, it seems unfair to limit this choice only by traditional conventions.

In the end, perhaps the topic of surrogacy is a reflection of society. In it, we reflect our fears and concerns, but at the same time, our capacity for empathy and innovation. What matters is that we ensure that this process is conducted with great respect, dignity, and, above all, ethics, seeking to protect both the rights of the pregnant women and the dream of those who long for a child. After all, what is at stake here is not just a contract or a pregnancy, but mainly the future of a life, which deserves to be born surrounded by love and security, giving meaning to the word “Family”.

And what do you think about the topic?

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Quando pensamos sobre a ideia de gerar uma vida é para muitas pessoas o auge da realização humana, sabe quando crescemos sonhando em ter aquela família perfeita dos filmes? mas e quando a biologia impõe algumas barreiras? Se pararmos para pensar a barriga de aluguel, ou surge como uma ponte entre o desejo de ser pai ou mãe e as limitações do corpo, como qualquer caminho que desafia o convencional, isso vem cercado de questões morais, jurídicas principalmente emocionais que merecem uma boa reflexão.

Já pensou para pensar em um casal que sonha com um filho, mas que por questões de saúde, não pode gerar uma criança, a barriga de aluguel surge como uma solução viável, pois vai permitir que a genética do bebê permaneça ligada aos pais, enquanto outra mulher cede temporariamente para gestá-lo, para muitos só de existir essa possibilidade é uma dádiva, para outros, isso é um território nebuloso.

Penso que o primeiro questionamento que surge entre as pessoas é: até que ponto é moralmente aceitável alugar um útero? Existem pessoas que argumentam que essa prática transforma a gestação em um serviço, outros defendem que, quando feito de forma ética principalmente com consentimento pleno e compensação justa, a barriga de aluguel é um ato de generosidade e colaboração com a vida humana, visto que afinal, não é diferente de doar um órgão ou sangue, se trata de oferecer algo do próprio corpo para beneficiar outra vida.

Existe também uma questão: deve-se permitir que uma mulher seja financeiramente recompensada por carregar um bebê que não será seu? Ou isso pode abrir portas para a exploração de mulheres em situação de vulnerabilidade?

E quanto ao vínculo emocional? Durante nove meses, um bebê cresce dentro de um corpo que sente, reage e nutre. A conexão entre gestante e feto não é apenas biológica, mas também psicológica. Como lidar com a separação no momento do nascimento? Muitas mães de aluguel relatam que, embora saibam desde o início que aquele bebê não lhes pertence, a despedida é sempre um momento delicado. O impacto emocional é um fator que precisa ser levado em consideração.

É fácil compreender tanto a gratidão de quem recebe essa dádiva quanto os desafios de quem a proporciona, além do que é um acordo baseado na confiança, no respeito e na clareza dos papéis envolvidos.

Para muitos, essa prática representa a única possibilidade de formar uma família e negar isso seria ignorar a realidade de casais que por razões médicas ou outros motivos, não podem gestar, pensando em um mundo onde a tecnologia e a medicina avançam sempre buscando oferecer mais possibilidades, parece injusto limitar essa escolha apenas por convenções tradicionais.

No fim das contas, talvez o tema sobre a barriga de aluguel seja um espelho da sociedade. Nela, refletimos nossos medos e receios, mas ao mesmo tempo, a nossa capacidade de empatia e inovação. O que realmente importa é a gente garantir que esse processo seja conduzido com muito respeito, dignidade e principalmente ética, buscando proteger tanto os direitos das gestantes quanto o sonho daqueles que anseiam por um filho. Afinal, o que está em jogo aqui não é apenas um contrato ou uma gravidez, mas principalmente o futuro de uma vida, que merece nascer cercada de amor e segurança, dando sentido a palavra “Família”.

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E para você o que pensa sobre o tema?

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Gostei da forma como você equilibrou diferentes perspectivas, mostrando os desafios e as possibilidades envolvidas. A comparação com a doação de órgãos e sangue foi um ponto interessante para ampliar o debate sobre altruísmo e escolha

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É algo complexo, pois se você parar pra pensar, geralmente a pessoa que busca a "barriga de aluguel" é um casal que já tentou de varias formas a gravidez e não conseguiu, pense o quão injusto é o mundo este casal pode pensar, pois o fato de não conseguir ter um filho (a) pode impactar e muito o emocional.

!BBH

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